11/06/2015
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Nutricionista explica porque não se deve cortar totalmente carboidratos para emagrecer

Dra. Rita de Cássia Leite Novais apresenta 11 argumentos para você repensar a ideia de cortar totalmente os carboidratos de sua dieta sem consultar um nutricionista<br/>


A Dra. Rita de Cássia Leite Novais, nutricionista e especialista da empresa Consultoria Alimentar explica os perigos de se fazer dietas de emagrecimento cortando totalmente os carboidratos. Ela destaca porque o carboidrato é importante para o nosso organismo e frisa que eles são nossa principal fonte de energia para a realização das atividades do dia-a-dia. Quase sempre culpado pela dificuldade que muitas pessoas têm para emagrecer, o carboidrato é o primeiro item que muitos tendem a retirar dos cardápios de dietas, mas isso não está certo. Veja o porquê, em dez argumentos listados pela nutricionista:

1. Com a diminuição de carboidratos da dieta, o organismo passa a usar as proteínas para produzir energia, causando possível perda da massa muscular.

2. A ingestão correta de carboidrato previne o uso da proteína muscular, mas ao ficarmos muitas horas sem consumir os carboidratos, nosso organismo percebe sua falta e passa a produzi-lo a partir de outras fontes de energia e aí podemos perder massa magra e músculos.

3. O nosso corpo não consegue converter gordura em carboidrato de modo eficiente, então ele passa a utilizar a proteína contida na massa muscular, perdendo massa magra.

4. Após utiliza a proteína muscular e formar carboidrato, nosso corpo começa a queimar gordura que não é uma maneira nada eficiente para se tentar emagrecer, pois assim estamos eliminando massa muscular, para só depois chegarmos ao nosso objetivo. Isso afeta muito a saúde e o desempenho do corpo nas atividades diárias.

5. É muito importante não cortar os carboidratos da alimentação, seja durante o dia ou à noite, a melhor solução é consumir os nutrientes de modo equilibrado, preferindo os carboidratos de modo integral: como arroz integral, macarrão integral é uma melhor opção.

6. Vale lembrar que, além do carboidrato, esses alimentos também fornecem para o nosso organismo alguns outros nutrientes, como vitaminas do complexo B.

7. É preciso escolher bem os seus carboidratos na alimentação, pois há os chamados carboidratos de alto índice glicêmicos, também conhecidos como carboidratos simples, os alimentos de alto índice glicêmico são digeridos, caiem na corrente sanguínea em forma de glicose e são distribuídos e absorvidos pelas células rapidamente. Consequentemente a taxa de glicose ou glicemia sobe repentinamente, resultando em um pico glicêmico, tudo o que não é utilizado para a geração de energia é armazenado em forma de gordura.

8. Os carboidratos de alto índice glicêmico são os responsáveis por gorduras localizadas.

9. Alimentos feitos de farinha refinada como pão branco, macarrão e bolachas são considerados de alto índice glicêmico, arroz branco, abóbora, batata, manga, melancia, açúcar e mel são digeridos e transformados em gordura rapidamente.

10. Escolha os de baixo índice glicêmico. Os carboidratos com índice glicêmico baixo (conhecidos também como carboidratos complexos - que liberam pouco açúcar no sangue) são farinha de trigo integral, aveia, soja, legumes, frutas e vegetais, pera, feijão, amendoim, ameixa, cereja, melão, farelo de arroz, alcachofra, brócolis, repolho, couve, berinjela, alface, espinafre, nabo, abobrinha, maçã, etc. Esses alimentos liberam pouca insulina no sangue e consequentemente reduzem o acúmulo de gordura localizada.

11. Consulte um nutricionista. Ele poderá pedir exames e montar seus cardápios com os carboidratos certos na medida certa.

Fonte: Dra. Rita de Cássia Leite Novais
www.consultoriaalimentar.com.br
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